Hum…
Hum…
Palavras que me fazem pensar e soam familiares: querer uma vida mais simples, a paralisia que surge do medo de falhar e de não sabermos quem somos ou o que queremos, que há algo que deve mudar e ainda não sabemos o quê, como ou quando.
I tremble // They’re gonna eat me alive // If I stumble //They’re gonna eat me alive // Can you hear my heart beating like a hammer, beating like a hammer // Help, I’m alive, my heart keeps beating like a hammer // Hard to be soft, tough to be tender // Come take my pulse, the pace is on a runaway train (…)
{O novo álbum dos Metric é, sem sombra de dúvida, uma das melhores coisas que tenho ouvido nos últimos tempos – dêem um pulinho aqui e tirem as vossas conclusões}
Ah, as férias…demasiado curtas para saberem a pouco. Amanhã é dia de voltar à realidade.Há uns tempos, prometi que explicaria o porquê da minha ausência durante quase dois meses. Resumindo: o modem explodiu com o portátil, a PT e a SAPO não quiseram saber, comprei um Mac e passei a ter internet wireless, ocupei os últimos meses com a ingrata tarefa de tentar organizar o computador e a vida, desconfio que o bloqueio de escritor anda por aí à espreita e agora que as férias acabaram, o Sol decide brilhar. Ah, tenho uma leve suspeita, quase uma certeza secreta, de que tenho mesmo de parar de comprar cadernos e blocos de notas!
Death in Vegas Dirge
{myspace}