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	<title>efeitos especiais</title>
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		<title>efeitos especiais</title>
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		<title>.1=novos começos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:02:44 +0000</pubDate>
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Deixaram-me uma carta neste meio virtual que nos faz perder a noção de espaço e tempo. M., as tuas palavras são, como sempre, certeiras, por saberes o que é conviver com uma alma tão dividida como apaixonada, pelo mundo, pela vida, pelo pensamento, atormentada por dúvidas e incertezas, sedenta de saber e querer mais, talvez [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=468&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://efeitosespeciaisv2.wordpress.com/2009/11/11/1novos-comecos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/fSts_0sCUeg/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Deixaram-me uma carta neste meio virtual que nos faz perder a noção de espaço e tempo. M., as tuas <a href="http://visukgarden.blogspot.com/2009/11/querido-f.html">palavras</a> são, como sempre, certeiras, por saberes o que é conviver com uma alma tão dividida como apaixonada, pelo mundo, pela vida, pelo pensamento, atormentada por dúvidas e incertezas, sedenta de saber e querer mais, talvez curiosa demais mas nunca temerosa. Mais uma vez, fizeste-me parar e pensar. Graças a ti decido escrever, desta vez em agradecimento a todos os que, como tu, me deixaram fazer parte da vida deles, pequenos pedaços de existências tão diferentes que, quando agregadas, fazem de mim uma pessoa cada vez mais completa.</p>
<p>Mudei muito nos últimos tempos. Mais do que esperava. Deixei de beber do negrume da minha alma para perceber que é das histórias partilhadas em momentos, sempre únicos, sempre especiais, que me inspiro, que ganho forças para me levantar da cama e sentir a brisa dos dias cada vez mais frios. O<em>lho pela janela e vejo o verde de um jardim que se prepara para dormir. Mas a vida, tal como o tempo, nunca pára, abranda, espera, ganha forças, recupera.</em> Lentamente, enfrento demónios antigos. Sem medo. Percebi, finalmente, que não estou sozinho, pelas palavras, pelos toques, pelos olhares, pela compreensão silenciosa. Quem gosta não julga; quem julga não interessa, não pode fazer parte. <em>Preencho as lacunas da memória com palavras e imagens. Quero registar tudo. Quero lembrar-me de tudo. Quero que os momentos vivam para sempre, em zeros e uns, em fibras de celulose condenadas a perecer.</em></p>
<p><em>É no reflexo do vosso olhar que existo de verdade, quando a máscara cai e, despidas de pudores, as nossas almas se encontram. </em></p>
<p><em><br />
</em></p>
Posted in .devaneios, .escrita, .imagem, .ruído Tagged: Friendship, Sia, Soon We'll Be Found <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/468/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=468&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.o nevoeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 23:22:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Deixei de ter medo de ser quem sou, revelo-me lentamente ao mundo. Procuro reflexos do meu corpo em almas distantes de traços distintos, ténues como o nevoeiro que se desvanece com o calor da manhã. O silêncio da noite observa acolhedor a caçada que começa, em trilhos escondidos pelo breu da ignorância. Numa clareira perdida, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=463&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Deixei de ter medo de ser quem sou, revelo-me lentamente ao mundo. Procuro reflexos do meu corpo em almas distantes de traços distintos, ténues como o nevoeiro que se desvanece com o calor da manhã. O silêncio da noite observa acolhedor a caçada que começa, em trilhos escondidos pelo breu da ignorância. Numa clareira perdida, a presa refastela-se com predadores incautos,  pela astúcia de quem já nasceu velho.</p>
<p><em>Podíamos ter sido um em tempos. Sou atraiçoado por memórias que teimam em não partir, por temerem o triste destino do vazio, receptáculo de emoções desprovidas de sentimentos.</em></p>
<p>É quando o sol desce no horizonte que se revelam as verdades, baixamos os olhos na vergonha silenciosa, que nos permite ser perecíveis sem sabermos bem porque paramos de tentar saber mais sobre a necessidade de nos envolvermos. Sussurras no meu ouvido as palavras que incendeiam o coração, dormente por não bater durante tantos anos.</p>
<p><em>É da violência que nasce o grito criativo de emoções trancadas a sete chaves, num baú de cristal tão transparente como os teus olhos cor da terra, que se desviam dos meus pelo medo de desapontar quem não se dá a conhecer. As conversas sucedem-se sem parar.</em></p>
Posted in .devaneios, .escrita Tagged: .escrita, blog, efeitos especiais <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/463/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=463&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.novos rumos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 01:57:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Revelas pouco a pouco mais de ti, sem saberes se vale a pena arriscar a tua inocência por uma alma fragmentada, conspurcada pelo tempo e pela vida, escondida durante tanto tempo na sombra de uma existência que nunca foi completamente real.
Sinto nas pontas dos meus dedos o vazio provocado pela tua ausência, as formas de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=461&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Revelas pouco a pouco mais de ti, sem saberes se vale a pena arriscar a tua inocência por uma alma fragmentada, conspurcada pelo tempo e pela vida, escondida durante tanto tempo na sombra de uma existência que nunca foi completamente real.</p>
<p>Sinto nas pontas dos meus dedos o vazio provocado pela tua ausência, as formas de um corpo que ainda não conheci, o cheiro de uma pele que ainda não toquei, o gosto de uma boca que ainda não provei.</p>
<p>O mundo dorme enquanto me ofereces, sem medo, o teu sorriso. Do outro lado do espelho espero, ansioso, que os nossos caminhos se possam cruzar uma vez mais, na areia de praias protegidas por falésias protectoras, conhecedoras dos segredos que oferecemos sem pudor à brisa fria da noite.</p>
<p>Fecho os olhos e sorrio: <em>o futuro, ainda que incerto, começa a fazer mais sentido. </em></p>
<p> </p>
Posted in .devaneios, .escrita  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/461/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=461&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.truques</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 21:37:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[.escrita]]></category>

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		<description><![CDATA[Não consigo perceber bem qual a razão que me impede de sair e sentir o frio da noite no meu rosto, marcado pela desilusão de um caminho que não tenho a certeza que escolhi seguir. Passo os dias a contemplar o infinito, na esperança de ver, ao longe, uma luz difusa que queira iluminar um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=459&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Não consigo perceber bem qual a razão que me impede de sair e sentir o frio da noite no meu rosto, marcado pela desilusão de um caminho que não tenho a certeza que escolhi seguir. Passo os dias a contemplar o infinito, na esperança de ver, ao longe, uma luz difusa que queira iluminar um trilho ensombrado pela incerteza. </p>
<p>A dor no meu pescoço é mais que física, é símbolo, é sinal, é aviso. Olho para as palavras que escrevo e não me reconheço nelas. Questiono-me acerca do momento em que deixei de sentir este corpo como sendo meu. Será que algum dia existi realmente? </p>
<p>Do ar olho para o mundo e respiro, sem pressas, o caos em que me movo confunde os meus sentidos: vejo os sons, oiço as formas, saboreio os toques.</p>
<p>Faltam-me na manga as cartas certas. Olho para cima e preparo-me: a subida vai ser longa. </p>
Posted in .devaneios, .escrita Tagged: .escrita <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/459/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=459&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.stripping</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 16:20:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
via emoglobina
Posted in .descobertas, .mundo Tagged: stripping      <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=457&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://efeitosespeciaisv2.wordpress.com/2009/09/19/stripping/"><img src="http://img.youtube.com/vi/LPCGrnVacwA/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>via <a href="http://emoglobina.blogspot.com/2009/07/against-stripping.html">emoglobina</a></p>
Posted in .descobertas, .mundo Tagged: stripping <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/457/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=457&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.interlúdios</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 23:35:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Espero impaciente que o scanner cumpra a sua função para ir dormir. Sou teimoso, apesar de tudo, a emoção da espera e a surpresa do inesperado levam-me a continuar o meu registo analógico, sou um dinossauro que ainda não se apercebeu do cometa que ensombra a luz do Sol. Releio as notas escritas com caneta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=455&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Espero impaciente que o scanner cumpra a sua função para ir dormir. Sou teimoso, apesar de tudo, a emoção da espera e a surpresa do inesperado levam-me a continuar o meu registo analógico, sou um dinossauro que ainda não se apercebeu do cometa que ensombra a luz do Sol. Releio as notas escritas com caneta de gel, gatafunhos que testemunham as histórias que nunca deixarão de existir por terem sido imortalizadas no papel, tenho de negociar com o tempo breves minutos para um dia as partilhar.</p>
Posted in .devaneios, .escrita  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/455/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=455&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.recuerdos #05</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:55:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[{as memórias de 28 de Agosto}
Último dia dedicado às visitas turísticas, a contagem decrescente começa, o retorno à realidade aproxima-se. Desço do Conde Redondo até ao Rossio, a pé como habitual, e dirijo-me à Sé de Lisboa &#8211; aprendo que para ir até lá é só apanhar o 28, fica o registo para quando os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=451&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>{as memórias de 28 de Agosto}</em></p>
<p>Último dia dedicado às visitas turísticas, a contagem decrescente começa, o retorno à realidade aproxima-se. Desço do Conde Redondo até ao Rossio, a pé como habitual, e dirijo-me à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sé_de_Lisboa">Sé de Lisboa</a> &#8211; aprendo que para ir até lá é só apanhar o 28, fica o registo para quando os pés se recusarem a andar mais. Na Sé, sento-me por momentos, observo, registo, visito o claustro com as suas inúmeras capelas, a escavação arqueológica mostra ao visitante camadas de história enterradas que esperam para ver a luz do Sol; penso no que deixaremos aos nossos descendentes, será que o turista do futuro olhará com a mesma admiração para as estruturas de betão, aço e vidro, onde nos movemos pela fé no dinheiro, impulsionados pela necessidade de ter? Subo ao primeiro andar e visito o Tesouro da Sé, que alberga uma grande variedade de relíquias, artefactos, estátuas e manuscritos associadas ao culto de <a href="http://jeocaz.wordpress.com/2008/07/30/santo-antonio-e-sao-vicente-os-santos-padroeiros-de-lisboa/">São Vicent</a>e, santo padroeiro da cidade de Lisboa.</p>
<p><em><span id="more-451"></span>Os locais religiosos inspiram-me. Talvez por não acreditar verdadeiramente em nada (será que me assumo assim como ateu?), talvez por não sentir o peso do temor a uma entidade que se crê difícil de agradar. Aprecio a serenidade das pedras e a luz difusa dos vitrais coloridos, revejo na imaginação as passadas lentas de existências que nunca poderemos conhecer. Gosto de me sentar e orar, à minha maneira, sem regras ou obrigações, escrever, pensar, observar, respirar fundo, estar apenas. Estes momentos tornam-se únicos por serem cada vez mais raros. Não faço promessas, sei que não as vou cumprir, não coloco a moeda na ranhura para acender a vela que poderia ser o farol das noites escuras em que perco o rumo. Limito-me a existir, tenho fé mas ainda não sei bem em quê.</em></p>
<p>Admiro no andar de cima as relíquias. Deixámos há muito de nos espantar com os mistérios naturais e passámos a sofrer pelo brilho ofuscante das pedras e metais preciosos. Nem tudo o que brilha é ouro, por vezes é prata ou diamante. No tecto da sala uma cena vagamente familiar, que melhor forma de angariar crentes que adaptar aquilo em que já acreditavam? <em>Se a arte imita a vida, a religião foi a primeira forma de reciclagem inventada pelo Homem. As serpentes nem sempre são répteis.</em></p>
<p>Saio da Sé e visito rapidamente a <a href="http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&amp;artid=17802&amp;distritoid=11">Igreja de Santo António</a>, vazia de noivas mas cheia de turistas; ao lado, um pequeno museu desperta-me a curiosidade, preenchido com todas as variações possíveis e imaginárias de Santos Antónios. Pequeno. Charmoso. Caro q. b. para o tipo de visita, por mais que seja totalmente a favor de ajudar a preservar a história e manter a cultura, assim vou à falência. Desço, o meu olhar é atraído por uma placa discreta, <em>um dia sonhei com um gato roxo</em>, coincidência ou sinal, talvez tenha sido o Santo António, fumo um cigarro e sorrio, enquanto tento apanhar pela lente o eléctrico parado.</p>
<p>Mudança inesperada no registo, da arte sacra passo para a moda e para o design, visita ao <a href="http://www.mude.pt">MUDE</a> (Museu do Design e da Moda), sediado no antigo edifício da Caixa Geral de Depósitos da Rua Augusta. No rés-do-chão a menina simpática diz que a mochila fica ali bem guardada, a LC-A vai descansar um pouco, o iPod vai porque sim, a história do séc. XX é contada em vestidos e cadeiras, a cultura pop nasceu da rebelião de visionários; no primeiro andar, exposição sobre cartazes políticos, os tempos mudam mas as expressões nem por isso, dizem sempre o mesmo por palavras que apenas diferem pela língua em que são proferidas, o Arnold é agora um ícone político, o Che fica sempre bem na T-shirt.</p>
<p>Vagueio sem destino pela Baixa. A decadência tem uma beleza que não consigo descrever. <em>Lisboa está a ficar velha, tragam o botox</em>. A fome aperta e quando dou por mim já estou sentado no <a href="http://maps.google.com/maps?client=safari&amp;rls=en&amp;oe=UTF-8&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;q=sitar+lisboa&amp;fb=1&amp;split=1&amp;view=text&amp;latlng=8171437896725497403">Sitar</a>, restaurante indiano onde o Taj Mahal convive com a Mona Lisa, kitsch é pouco para descrever o espaço. A comida é razoável, o molho picante é mesmo picante, há algo de remotamente errado no cenário todo mas pouco me importa, fico mais do que o previsto, fumo um cigarro e acabo a minha cerveja (um ponto muito positivo: o indiano é <em>smoker-friendly</em>). No caminho para casa decido tirar os phones, quero aproveitar a cidade com todos os sentidos: <em>a pele aquece com o toque do sol escaldante, o olhar perde-se nas paredes que agora são ruínas, o ruído do quotidiano marca o ritmo dos meus passos, a rua cheira a vidas apressadas, o gosto a molho de iogurte e borrego persiste. A minha alma regenera, apesar do corpo estar cada vez mais dorido.</em></p>
<p>O final da tarde é passado no <a href="www.museudooriente.pt">Museu do Oriente</a>, gratuito às sextas-feiras a partir das 18h (ufa, algo que não se pague), tesouros do outro lado do mundo repousam em sarcófagos de vidro parcamente iluminados. A organização do espaço podia ser melhorada, é estranho estarmos sempre a saltirar de uma região para outra, sem que haja um fio condutor. Hora de ir embora, o jantar espera no israelita do Martim Moniz, durante esta semana o paladar viajou em primeira classe pelo mundo (contando com o mexicano, indiano e com o japonês que a mana vai preparar no fim-de-semana).</p>
<p><em>Somos de mundos diferentes, tu e eu, que caminham lado a lado sem nunca se cruzarem. O Simão tem o coração dilacerado e há quem diga que podia ter morrido engasgado com a goma em forma de ursinho. </em></p>
Posted in .devaneios, .escrita, .realidade lusa Tagged: MUDE, Museu do Oriente, Santo António, Sé de Lisboa, Tesouro da Sé <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/451/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=451&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.recuerdos #04</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 13:01:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[{as memórias de 27 de Agosto}
O dia começa no LX Factory, fábrica de ideias com ar trendy, temperada com decadência q. b., o novo urbano redefinido por visões de progresso. A tijoleira e o estuque a cair das paredes são o novo preto. O trajecto de hoje leva-me a Belém, na tentativa de recuperar memórias [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=435&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>{as memórias de 27 de Agosto}</em></p>
<p>O dia começa no <a href="http://www.lxfactory.com/">LX Factory</a>, fábrica de ideias com ar trendy, temperada com decadência q. b., o novo urbano redefinido por visões de progresso. <em>A tijoleira e o estuque a cair das paredes são o novo preto</em>. O trajecto de hoje leva-me a Belém, na tentativa de recuperar memórias de uma infância já longínqua, das visitas que permitiam testemunhar a grandeza que já foi Portugal. A viagem de eléctrico decorreu sem grandes incidentes, se não contarmos com a senhora alemã cuja mochila ficou presa na porta; tendo em conta que nunca fui grande adepto de me movimentar em Lisboa de autocarro ou eléctrico, tomo nota que, em viagens futuras, convém inteirar-me das paragens que antecedem a minha, ou arrisco-me a ir parar sabe-se lá onde.</p>
<p><span id="more-435"></span>Na <a href="http://www.mosteirojeronimos.pt/index_torre.html">Torre de Belém</a>, completamente à pinha, respirava-se um ar fétido (digamos que uma subtil mistura entre transpiração e cholé) e a circulação era algo difícil, principalmente nas escadas, acesso único para subir e descer na Torre. A impaciência crescente começou a transformar-se em má educação, e algumas pessoas não perceberam, até ser tarde de mais, que não respeitarem a ordem de subida/descida (definida num entendimento silencioso entre os presentes), apenas resultaria em mais tempo perdido a olhar para a parede da escada em caracol. Não entendo bem estas coisas, as visitas em contra-relógio manifestadas numa sofreguidão de ver, ver, ver, sem parar um segundo que seja para absorver os testemunhos do passado e reflectir nos seus ensinamentos para o futuro. Engarrafamentos à parte, a visita vale a pena pela vista privilegiada tanto para Lisboa como para a Margem Sul.</p>
<p>Depois da visita à Torre, o passeio pelos jardins revelou figuras curiosas: o homem-estátua fantasiado de pirata (bem mais interactivo do que o esperado quando devidamente motivado pelo tilintar das moedas depositadas no chapéu; não há volta a dar, os artistas de rua também necessitam de ganhar a vida), o índio peruano a fazer de conta que a sua pan pipe realmente tocava <em>&#8220;The Lonely Sheperd&#8221;</em> (tocada por Gheorghe Zamfir e dada a conhecer ao mundo pela banda sonora do Kill Bill Vol. 1), os ciganos que tentam impingir aos turistas os óculos de sol da moda.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://efeitosespeciaisv2.wordpress.com/2009/08/30/recuerdos-04/"><img src="http://img.youtube.com/vi/DC-qVU58Nk4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>George Zamfir | <strong>The Lonely Sheperd</strong></p>
<p>Dirijo-me ao <a href="http://www.padraodescobrimentos.egeac.pt/DesktopDefault.aspx">Padrão dos Descobrimentos</a> sob o sol ardente demorando mais que o previsto, as docas estão recheadas de sinalética deliciosa que tem de ser registada: o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ektachrome">Ektachrome</a>, agora tão raro, é quase exposto na totalidade em menos de um quilómetro. Paragem estratégica para recuperar forças, a frescura da sombra do monumento e meio folhado aliado a um cigarro, é quanto basta para me permitir continuar; pouco tempo depois chego ao <a href="http://www.mosteirojeronimos.pt/index_mosteiro.html">Mosteiro dos Jerónimos</a>, a abarrotar como seria de esperar. Vagueio pela igreja e, apesar de não me poder considerar uma pessoa religiosa (o que mais esperar de alguém que ainda não decidiu se é agnóstico ou ateu?), fico sem fôlego perante a sua beleza e tento imaginar o esforço empreendido na sua construção &#8211; não há como negar, a fé é uma boa fonte de motivação. Sento-me por momentos e aproveito o fluxo criativo para registar novas ideias; continuo a visita pelo interior do Mosteiro, lentamente, registando em película os pormenores, leio com atenção as palavras de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa">Ricardo Reis</a> gravadas na pedra fria: <em>&#8220;Para ser grande sê inteiro; nada Teu exagera ou excluí. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim, em cada lago a lua brilha toda, porque alta vive&#8221;</em>. Numa das salas estão expostos os retratos dos reis portugueses e um extenso painel informativo conta aos visitantes a história do Mosteiro, estabelecendo paralelismos com a história de Portugal e do Mundo.</p>
<p>A barriga a dar horas indica-me que a hora de almoço já passou há muito (são quatro da tarde). Seguindo a sugestão do cunhado, dirijo-me ao <a href="http://www.lifecooler.com/portugal/restaurantes/PaoPaoQueijoQueijo">Pão Pão Queijo Queijo</a> para provar as tão afamadas baguetes gigantes; desânimo dos desânimos, está fechado para férias. Acabo, involuntariamente, por ir parar ao <a href="http://www.starbucks.com/">Starbucks</a>. Não sendo a opção mais económica, é a que está mais à mão, a fome não perdoa e o Iced Moka Branco compensa o lanche que devia ter sido almoço. No Starbucks não há Wi-Fi, <em>shame on you</em> símbolo do capitalismo americano. Acho que as meninas espanholas que estão confortavelmente instaladas nos sofás acabaram de me tirar uma foto à socapa, <em>shame on them</em>! Na mesa observa-se o testemunho do amor ao Pedro, de tal forma intenso que mereceu ser gravado a navalha na mesa (já nada é como dantes, com tanta árvore do outro lado da rua). <em>Ainda não sei por que sofre o Simão, personagem trágica criada nas minhas deambulações</em>.</p>
<p>Última paragem: <a href="http://www.ccb.pt/sites/ccb/en-EN/Pages/default.aspx">CCB</a>. A arte e cultura ao alcance de todos, muito obrigado Sr. Berardo. Estão disponíveis três exposições: <a href="http://www.museuberardo.com/">Art Déco e seus Inimigos</a>, <a href="http://www.museuberardo.com/">Dan Flavin na Colecção Panza</a> e <a href="http://www.museuberardo.com/">Arriscar o Real</a> &#8211; dou especial destaque a esta última, não só por ser a mais extensa mas também por permitir ao visitante viajar pelos diversos registos que marcaram a arte do séc. XX (nomes que despertam a atenção: <em>Peter Hutchinson, Rosemarie Trockel, Gustav Klucis, Jenny Holzer, Sarah Morris, Mel Ramos, Richard Hamilton, Hiroshi Sugimoto, Albuquerque Mendes, Julian Schnabel , Richard Prince, Thomas Ruff, Sigalit Landau, Cindy Sherman e Nan Goldin</em>). Perco a noção do tempo, a alma cansada agradece a contemplação silenciosa. A ventania não me permite saborear o fim da tarde como esperado, retorno à fábrica das ideias num eléctrico apinhado. <em>Uma questão continua sem resposta: o que é que vou fazer com o Simão?</em></p>
Posted in .devaneios, .escrita, .realidade lusa Tagged: Belém, CCB, Lisboa, LX Factory, Mosteiro dos Jerónimos, Padrão dos Descobrimentos, Starbucks, Torre de Belém <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/435/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=435&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.recuerdos #03</title>
		<link>http://efeitosespeciaisv2.wordpress.com/2009/08/28/recuerdos-03/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:37:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[{as memórias de 26 de Agosto}
Usada como metáfora para a vida, uma subida é sempre um obstáculo difícil de transpor, principalmente porque as mazelas (uma forma poética de me referir às bolhas nos pés, troféus do dia anterior) relembram-me uma velha máxima do Caminhante: usar sempre calçado adequado. Vagueio, sozinho como habitual, pelas ruas de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=431&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>{as memórias de 26 de Agosto}</em></p>
<p>Usada como metáfora para a vida, uma subida é sempre um obstáculo difícil de transpor, principalmente porque as mazelas (uma forma poética de me referir às bolhas nos pés, troféus do dia anterior) relembram-me uma velha máxima do Caminhante: usar sempre calçado adequado. Vagueio, sozinho como habitual, pelas ruas de Lisboa, saboreando a liberdade de poder escolher o meu caminho, de parar sempre que me apetece, do silêncio apenas quebrado pelo pedido de um café ou garrafa de água (devia ser interessante andar a falar sozinho por aí, aposto que a minha popularidade aumentava num instantinho). Há algumas desvantagens, claro: de vez em quando, mas só de vez em quando, sinto saudades de uma caminhada acompanhada por risos ou conversas banais.</p>
<p><span id="more-431"></span>Escrevo e olho, ocasionalmente, para o azul do Tejo manchado pelas feias manchas dos turistas curiosos. Há muito tempo que não me sentia tão sereno, a subida até ao <a href="http://www.castelosaojorge.egeac.pt/DesktopDefault.aspx">Castelo de S. Jorge</a> levou consigo os problemas existenciais, os dramas diários, as preocupações e os cabelos brancos que as testemunham, as desilusões com o mundo e com as pessoas, o medo de falhar, os bloqueios criativos, as mágoas do passado e as esperanças do futuro, as lágrimas que ainda não caíram, as palavras que ficaram por dizer, os murmúrios dos segredos que morrem antes de algum dia verem a luz do Sol. Lá em baixo ficou tudo menos o que é verdadeiramente importante neste momento: Eu. A frescura de uma brisa, ainda que ténue, acaricia o meu rosto suado.</p>
<p><em>Paguei cinco euros para poder contemplar o infinito. A luz da sanidade bloqueia a loucura momentânea e temporária que me impele a levantar e começar a dançar ao som dos <a href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.thetingtings.com%2F&amp;ei=43OYSqqFFKCOjAeox-GkBQ&amp;usg=AFQjCNGkDCH5_MFs79y1Obe7WmnMYbFtQA">The Ting Tings</a> &#8211; um pensamento a considerar, juntamente com o de começar a falar sozinho durante as minhas caminhadas. O meu sossego dura pouco, a minha bolha é invadida por transeuntes que não compreendem o conceito de fronteira &#8211; ainda se houvesse falta de espaço&#8230;</em></p>
<p><em><span style="font-style:normal;">O mundo parece tão pequeno visto daqui, o sangue da cidade continua a fluir, não sou mais que um insecto curioso em contemplação. Toco nas pedras centenárias e fecho os olhos: ainda que difusas, desfilam na minha mente imagens de vidas atarefadas num mundo de trevas. O encanto desvanece-se, a música guia-me de novo para o Presente. <em>Para uma fotografia ao flautista tirar, uma moedinha temos que dar</em>: este é que a sabe toda, maximizando o lucro através da restrição do serviço prestado. Já lá vai o tempo em que o flautista atraía os ratos com a sua música, agora são turistas, munidos com grandes canhões digitais, prontos a registar em uns e zeros o momento que já passou. Reconheço-me como arcaico, munido apenas com a minha modesta <a href="http://microsites.lomography.com/lca+/">LC-A</a>, sem qualquer garantia que as preciosas memórias das minhas férias não se percam no negrume de um rolo queimado (cruzes credo, é melhor nem pensar nisto!). Do passeio pelas muralhas nasce uma ideia enquanto espero pela sessão no periscópio (digo desde já que vale a pena, sendo uma forma rápida de dar uma volta, ainda que virtual, pela cidade). Paragem estratégica, o calor aperta e os pés começam a queixar-se, fora das muralhas o almoço espera-me na tasquinha recomendada pela Cristina, a funcionária simpática da loja do Museu (os preços da cafetaria do Castelo são impraticáveis).</span></em></p>
<p>Coincidência das coincidências, as minhas vizinhas de mesa (literalmente) são designers e trabalham em Comunicação. As pequenas, aparentemente recém-licenciadas/estagiárias trocam confidências acerca das amarguras da profissão: o salário, as horas, o cliente, o <em>budget</em>, o costume. Não estão sozinhas no mundo, minhas caras, a merda muda mas o cheiro é mais ou menos o mesmo. No <em>Eurico</em>, tasca tipicamente lisboeta localizada na Calçada Marquês de Tancos, o ambiente é familiar e os pedidos à Amélia (responsável pelas iguarias que saem da cozinha) gritam-se alto e em bom som. “<em>Ó Amélia grelha aí a cabeça do Zé</em>” &#8211; que é como quem diz para grelhar o peixe para o Zé, ou coisa do género. As meninas continuam a queixar-se da vida, felizmente que me retraio e mantenho a minha condição de desconhecido, há uma ou outra barbaridade que poderia ter sido corrigida. A vida no mundo encantado da criatividade é dura, minhas lindas! Os chocos sem tinta estavam uma delícia mas é hora de partir, sigo em direcção ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chiado">Chiado</a>, bebo um café e peço à empregada um pouco de fita-cola, o rolo que tenho está invertido e não encaixa como é costume (oh, as alegrias da fotografia analógica). A tinta da caneta marca no papel as ideias que continuam a fluir.</p>
<p><em>De vez em quando, apercebo-me que não sou tão incógnito como pensava. Uma vibração subtil faz-me voltar, momentaneamente, à realidade, o dever chama. <span style="font-style:normal;">Subo até ao <a href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FBairro_Alto&amp;ei=cHSYSrimA6aNjAfEsd3DBQ&amp;usg=AFQjCNFegOqDdy2JNcXiQO7E_pf12pfQ1Q">Bairro Alto</a> mas logo me arrependo, parte-me o coração ver a progressiva degradação daquela que já foi, em tempos, a minha zona preferida da cidade, volto costas às paredes sujas e regresso a casa, os pés agradecem a bacia com água quente e sal. <em>Banda sonora do dia: ritmos especialmente escolhidos para uma longa caminhada (hooray, criei uma playlist de propósito para a ocasião!)</em>.</span></em></p>
Posted in .devaneios, .escrita, .realidade lusa Tagged: Bairro Alto, Castelo de São Jorge, Chiado, Lisboa <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/431/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=431&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>.recuerdos #02</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 21:05:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[.realidade lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

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		<description><![CDATA[{as memórias de 25 de Agosto}
Haverá algo mais lisboeta que beber café na esplanada do Parque a ouvir António Variações? Caminhar sozinho é um estado constante, um dado adquirido que já não refuto. Descubro o mundo em silêncio &#8211; ou quase, se não contarmos com a música que marca o ritmo dos meus passos, debitada em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=427&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>{as memórias de 25 de Agosto}</em></p>
<p>Haverá algo mais lisboeta que beber café na esplanada do <a href="http://www.strawberryworld-lisbon.com/lisboa/places/eduardo-park.html">Parque</a> a ouvir António Variações? Caminhar sozinho é um estado constante, um dado adquirido que já não refuto. Descubro o mundo em silêncio &#8211; ou quase, se não contarmos com a música que marca o ritmo dos meus passos, debitada em decibéis controlados nos meus ouvidos.</p>
<p>O vento acaricia gentilmente o meu cabelo, enquanto observo com atenção o empregado a preparar a esplanada para mais um dia, um casal estrangeiro a consultar um guia de viagens e uma senhora já idosa entretida a ler e sublinhar um livro. A copa das árvores escuda-me da cidade barulhenta, aqui o caos, as buzinas e o som de milhares de passadas, que percorrem apressadas a calçada desnivelada, ficam do lado de fora; aqui o verde domina a vista e rasga, sem medo, o azul do céu e o cinzento do betão.</p>
<p>O silêncio é interrompido por um avião que passa &#8211; uma excepção à regra, como tantas outras. Começam a chegar pessoas, a cidade começa a acordar &#8211; reconheço a minha deixa para voltar a partir. Sozinho, observo e espero. Penso num rosto que não conheço e que apenas vi em sonhos pouco nítidos. O silêncio da madrugada foi rompido, o mundo acordou, o vento, agora mais forte, fustiga o meu rosto desprotegido e tenta arrancar as folhas do meu caderno.</p>
<p><em>Banda sonora da caminhada matinal: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/António_Variações">António Variações</a>, <a href="http://www.jillscott.com/">Jill Scott</a>, <a href="http://www.myspace.com/etjusticepourtous">Justice</a>, <a href="http://www.thetingtings.com/global/frontpage?cmdr=ip2country/detected">The Ting Tings</a>, <a href="http://www.chicksonspeed.com/">Chicks on Speed</a>, <a href="http://www.tiga.ca/">Tiga</a>.</em></p>
<p>A Estufa Fria está fechada, terei que voltar em Fevereiro de 2010. No fundo do parque, um velhote exercita-se em tronco nú (mente sã em corpo são?).</p>
<p><em>(*) Saída imprevista a meio da tarde. As chaves novas não abriam as portas, o telemóvel ficou sem bateria, o carregador esquecido bem longe algures em cima da cama &#8211; eis a utilidade das listas, evitam que nos esqueçamos destes pequenos pormenores. Na loja da Nokia as pessoas (eu incluído) esperam impacientes (fica aqui a dica: o atendimento poderia ser bem mais rápido e eficaz se optassem por dividí-lo em geral e técnico). No meio da loja um jovem observa com atenção quem chega, nos seus olhos a curiosidade brilha intensa, quase poderia dizer com laivos de raiva &#8211; os olhos nunca enganam e a hipótese de ele estar, simplesmente, com uma grande moca, não é assim tão descabida. Próximo de mim, um homem carregado de perfume barato, receita fatal para espaços fechados em pleno Verão, satura o meu olfacto delicado &#8211; mais tarde, a memória olfactiva faz-me reviver a naúsea sentida.</em></p>
Posted in .devaneios, .realidade lusa Tagged: Férias, Lisboa <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/efeitosespeciaisv2.wordpress.com/427/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=efeitosespeciaisv2.wordpress.com&blog=5330626&post=427&subd=efeitosespeciaisv2&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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