.tagus, cartazes e cambalhotas publicitárias

Encerrando a “polémica” Tagus. Rapidez é a melhor palavra para descrever a tão falada (pelo menos, no maravilhoso mundo que é a blogoesfera) campanha: surgiu, deu que falar e puf! desapareceu tipo Chocapic ao contrário. A rede social que prometia revolucionar já está activa (pelo menos aceita pré-registo), e orgulho hetero só no endereço, não sei se era suposto aparecer alguma coisa no site. No site oficial da marca, somos brindados com pérolas de campanhas anteriores (tipo cerveja é coisa de menina e afins). Alguns consideram as reacções exageradas, e típicas de lobbys e minorias que aprenderam que têm voz. Como, teoricamente, vivemos em democracia, considerei muito saudável esta troca de opiniões, se bem que tenho que concordar que houve algum exagero, quase a roçar o fundamentalismo, tanto dos que estavam contra, como a favor da campanha.

No que me diz respeito, como bom adepto das teorias da conspiração, mantenho que isto não foi mais do que um sinal claro de falta de visão estratégica: tentou-se agradar à maioria, descartando descaradamente todos os que não se enquadrassem no público-alvo da campanha. Ao que se juntou uma valente dose de cobardia, reveladora do deserto ideológico que é a mentalidade empresarial portuguesa onde, na grande maioria dos casos (e sim, estou a generalizar, é feio, eu sei, processem-me a ver se me ralo!), não se têm em conta conceitos simples como planeamento a médio/longo prazo e/ou (preferencialmente e) relação causa/efeito. Ah, e antes de qualquer investida mais furiosa de um guru, ou pseudo-guru da publicidade/marketing/gestão, eu não estou a escrever isto de forma leviana, bastava um simples exercício de análise de risco para ver que isto ia dar barraca.

Continuando com a publicidade, e pegando de novo na Dolce&Gabbana. No Scoobie Imagination, somos brindados com os novos spots aos relógios D&G [link]. Há a versão para a menina e para o menino. Nada de muito extraordinário, continuo a preferir os anúncios para impressão, mas vamos ver quando é que começam os apupos relativamente aos beijinhos inocentes no final.

Ponto da situação: ideia # 01: Publicidade arrumada.

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