.os turistas

Um grupo de pessoas entra dentro do café e a empregada, educadamente, chama a atenção que as casas-de-banho não são públicas. Obviamente que não, são para os clientes, não será óbvio? As senhoras, já com uma certa idade, emproadas e espertalhonas, ficaram muito ofendidas, a arrogância da empregada, como ousa? Nunca lhes passou que uma, ao menos uma, podia ter pedido um café ou uma água? Obviamente, não. Estamos tão habituados a complicar que perdemos a noção da simplicidade das melhores soluções.

Vejo as pessoas a passar, admiram os edifícios, olham com interesse para a novidade. É bom ser turista, explorar o desconhecido munido de uma máquina fotográfica e do guia de viagem, comprar recuerdos para a família, mostrar o típico e o pitoresco. Olham para mim com curiosidade passageira e rapidamente me esquecem, há sempre alguma coisa melhor à nossa espera.

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