.espinhos

Carolina soluça e sente o sabor salgado das lágrimas que lhe escorrem pela cara ao pensar na vida. Ao longe, ouve a gargalhada cruel da multidão esfomeada enquanto se lançam os pobres de espírito aos tubarões esfomeados, apertados na rede tecida com os crânios dos incautos que não ouvem a buzina dos autocarros desgovernados.

Quem sabe o que se esconde, à noite, nos arbustos espinhosos à beira-mar?

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