.help, I’m alive

Palavras que me fazem pensar e soam familiares: querer uma vida mais simples, a paralisia que surge do medo de falhar e de não sabermos quem somos ou o que queremos, que há algo que deve mudar e ainda não sabemos o quê, como ou quando.

I tremble // They’re gonna eat me alive // If I stumble //They’re gonna eat me alive // Can you hear my heart beating like a hammer, beating like a hammer // Help, I’m alive, my heart keeps beating like a hammer // Hard to be soft, tough to be tender // Come take my pulse, the pace is on a runaway train (…)

{O novo álbum dos Metric é, sem sombra de dúvida, uma das melhores coisas que tenho ouvido nos últimos tempos – dêem um pulinho aqui e tirem as vossas conclusões}

.sons de dezembro

Para acabar o ano em beleza, ruídos para todos os gostos e ocasiões.

1. Lou Rhodes – Beloved One [Infinite Bloom, 2006]
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2. Emily Haines – What is Free to a Good Home EP [Last Gang Records, 2007]
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3. Emmon – The Art & The Evil [Wonderland, 2007]
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4. Sissy Wish – Beauties never die [Sissy Music, 2007]
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5. Armand Van Helden – Ghettoblaster! [Southern Fried, 2007]
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